Fundaçao Konrad Adenauer na Imprensa

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2017

"Cultura da corrupção torna difícil mudar sistema" (Deutsche Welle Brasil, 08.03.2017)

Jan Woischnik, Diretor da Fundação Konrad Adenauer, diz que, após três anos, Lava Jato não gerou mudança na política brasileira. Em parte, segundo ele, devido à aceitação por parte da sociedade de que regras e leis sejam violadas. (Artigo: "Cultura da corrupção torna difícil mudar sistema").

2016

Teto dos gastos: medida necessária para assegurar responsabilidade fiscal (Deutsche Welle Brasil, 24.11.2016)

Na discussão sobre o congelamento de gastos públicos, Jan Woischnik, diretor da Fundação Konrad Adenauer no Brasil, ressalta a importância da responsabilidade fiscal como condição sine que non para políticas sociais sustentáveis no longo prazo. (Artigo: "Pobres vão pagar a conta do teto dos gastos, dizem analistas alemães").

As implicações das eleições municipais 2016 (Deutsche Welle Brasil, 7.10.2016)

Eleições mostraram crescimento dos partidos mais à direita no cenário político. Para Jan Woischnik, diretor da Fundação Konrad Adenauer no Brasil, tendência continuará se governo Temer recuperar a economia. (Artigo: "Se governo Temer for bem, haverá nova guinada à direita em 2018").

Os protestos do 13 de março e a politização do impeachment da presidente (Deutsche Welle Brasil, 14.03.2016)

Jan Woischnik, Representante da KAS no Brasil, foi entrevistado por Fernando Caulyt da Deutsche Welle Brasil sobre as razões e consequências dos protestos do 13 de março, os maiores desde o fim da ditadura militar, e sobre a relação entre os protestos e o processo do impeachment da presidente Dilma Rousseff (Artigo: "Não se pode politizar o processo de impeachment").

Justiça da Lava Jato entre Midiatização e Maturidade (Deutsche Welle Brasil, 10.03.2016)

Deutsche Welle Brasil esboça um panorama das reações no Brasil sobre os últimos procedimentos da justiça na operação "Lava Jato", entrevistando ao Dr. Jan Woischnik, Representante da KAS no Brasil (Artigo: Observadores veem espetacularização e exageros na Lava Jato).